13 de outubro de 2010

PJ por Aqui: DNJ em Angra dos Reis

DNJ 25 ANOS

CELEBRANDO A MEMÓRIA E TRANSFORMANDO A HISTÓRIA

“Juventude: muita reza, muita luta, muita festa,

em marcha contra a violência”

O Dia Nacional da Juventude 2010 será tempo de dar graças ao seu JUBILEU, pelos 25 anos, fazendo memória do tempo passado e projetando passos e sonhos para o futuro! Jubileu é tempo de revisar as dívidas, de dar a liberdade! O DNJ nos convida a refletir quais dívidas sociais o Brasil tem com a juventude? Vamos saná-las para um tempo de liberdade e vida?Jubileu também é tempo de organizar a “casa”. O que está acontecendo com a nossa “casa” (sociedade)? Que “casa” nós queremos para os próximos 25 anos? Muitas proposições que vamos poder aprofundar no DNJ.fortalecer a Campanha contra a violência e o extermínio de jovens, convidando a juventude para ir em marcha por outro mundo possível

QUANDO E ONDE SERÁ?

Dia: 24 de Outubro de 2010

Início: 08:00 hs - Término: 17:00 hs

Local: Praia da Chácara - Balneário (Angra dos Reis - RJ)

Dinâmica Círculo Fechado

Descrição: O coordenador pede a duas ou três pessoas que saiam da sala por alguns instantes.
Com o grupo que fica combinará que eles formarão um círculo apertado com os braços entrelaçados e não deixarão de forma nenhuma os componentes que estão fora da sala entrar no círculo.

Enquanto o grupo se arruma o coordenador combina com os que estão fora que eles devem entrar e fazer parte do grupo.
Depois de algum tempo de tentativa será interessante discutir com o grupo como se sentiram não deixando ou não conseguindo entrar no grupo.

Compartilhar e discutir: Muitas vezes formamos verdadeiras "
panelas" e não deixamos outras pessoas entrar e se sentir bem no nosso meio. Como temos agido com as pessoas novas na igreja ou no nosso grupo?

Fonte: pjcristo.com

29 de setembro de 2010

Dinâmica Juventude e comunicação


Objetivo: Criar comunicação fraterna e madura.

Material: Caneta e papel


Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.
Anotar na figura:
Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o impressionaram.
Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.
Diante da cabeça: 3 idéias das quais não abre mão.
Diante do coração: 3 grandes amores.
Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.
Diante dos pés: piores enroscadas em que se meteu.
Colocar em plenário
- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?
- Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?
- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?
- Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?
Iluminação bíblica: Marcos 7, 32-37

Fonte: pjcristo.com

23 de setembro de 2010

Debate da CNBB nesta quinta com os presidenciáveis

Em debate católico, Serra baixa o tom e Dilma diz que não governaria com "fichas-sujas"
Carlos Bencke e Maurício Savarese
Do UOL Eleições

No debate organizado pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) nesta quinta-feira (23), os presidenciáveis baixaram o tom das críticas das últimas semanas e evocaram valores cristãos diante do público católico. Na morna discussão, o destaque dos blocos iniciais se deu quando a líder nas pesquisas, Dilma Rousseff (PT) prometeu não ter em seu governo, se eleita, políticos sem “ficha limpa”.

O encontro reuniu Dilma, José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio em Brasília. O tucano e o socialista militam em organizações católicas há décadas; a presidenciável verde, que era católica, hoje é evangélica; a petista, que estudou em colégio católico, assumiu a fé em sua pré-campanha, depois de dizer que se equilibra na questão sobre a existência de Deus.

Serra, que acirrou as críticas contra a gestão petista após denúncias envolvendo a Casa Civil e o vazamento de dados sigilosos da Receita Federal, evitou ataques mais duros à principal rival, ao contrário do que fez nos debates anteriores. Marina buscou se distanciar dos dois líderes nas pesquisas e fez críticas pontuais aos dois. Plínio novamente se portou como franco-atirador no encontro.

O tucano, que tenta evitar a vitória de Dilma já no primeiro turno, como indicam as pesquisas de intenção de voto, deixou as alfinetadas para o início do debate. Mas não citou a petista nenhuma vez. “Compartilho dos princípios cristãos do ponto da minha vida pessoal e da minha vida política. Não sou cristão de véspera de eleição nem de boca de urna para agradar eleitores”, disse.

“Se estivesse a política brasileira embebida nesse conceito de justiça e ética, não teríamos tanta mentira, tanta enrolação”, afirmou Serra. Mesmo quando comentou uma das respostas de Dilma no encontro, o tucano evitou críticas mais duras. No domingo (25), os presidenciáveis voltam a se reunir na TV Record, que deve dar a eles audiência maior do que a do debate desta quinta-feira.

Ao contrário do que aconteceu nos últimos debates, quando Dilma e Serra trocaram ataques, desta vez Marina teve dificuldade para se apresentar como terceira via. “Está havendo retrocesso na política. É só olhar para o que está acontecendo”, disse ela, após as leves alfinetadas entre a petista e o tucano. Marina foi a presidenciável mais aplaudida pelo barulhento grupo que acompanhava o debate no local.

Mesmo nos temas espinhosos, como aborto, os presidenciáveis se limitaram a repetir posições declaradas anteriormente, condenando a prática pessoalmente, mas admitindo a hipótese por “questão de saúde pública”. Marina, que defende um plebiscito sobre o assunto, voltou a discordar de Serra. Dilma repetiu que o “aborto é uma violência final”.

Ficha limpa
Na noite em que o STF (Supremo Tribunal Federal) julga a Lei da Ficha Limpa, Dilma se comprometeu a não ter nenhum político nessa condição em seu governo, caso seja eleita. Questionada por um aluno, respondeu: “Não, eu não permitirei. Além disso, eu considero que essa questão é muito séria. Principalmente neste momento, porque sei que as entidades que participam aqui são responsáveis pelo projeto”.

“Acho muito oportuno reafirmar que é um avanço da democracia essa questão sobre a ficha suja”, afirmou a presidenciável, que recebeu a única pergunta sobre corrupção no debate. Ao tratar do tema, ela aproveitou para alfinetar Serra, referindo-se ao apelido que adversários davam ao procurador-geral da República do governo Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Brindeiro.

“Não tivemos engavetador-geral da República. Tivemos procurador-geral da república, que investigou todos os casos que teve conhecimento”, disse ela, que repetiu avanços da Polícia Federal no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Veja vídeos do debate em:

http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/09/23/em-debate-catolico-serra-baixa-o-tom-e-dilma-diz-que-nao-governaria-com-fichas-sujas.jhtm


16 de setembro de 2010

Brasil e Eleições - Nota do arcebispo de Brasília

Os bispos católicos do Brasil, conscientes da importância da política para a vida humana, e exercendo sua missão pastoral, têm se manifestado ao longo da campanha eleitoral em curso.

Neste sentido, a Conferência Nacional dos Bispos no Brasil (CNBB) publicou a Declaração sobre o Momento Político Nacional, por ocasião da Assembléia Geral, no dia 11 de maio de 2010.

Hoje, a Presidência divulgou a “Nota da CNBB na proximidade das eleições”, com a qual reafirma “o que diz a Declaração”, citando literalmente o documento para responder às “constantes interpelações” a respeito da posição da Igreja sobre o pleito eleitoral.

Como Arcebispo de Brasília, sede da Administração Central da República Federativa do Brasil, sinto-me no dever de me dirigir aos arquidiocesanos e aos residentes na Capital, para convidá-los a seguir as indicações da Declaração oficial da CNBB sobre as eleições, e não considerar outros pronunciamentos vindos de diversas partes ou instituições.

A declaração da CNBB sobre o Momento Político Nacional e também o documento 15/73ªAB “Votar Bem”, exprimem um respiro largo, uma orientação concreta e um posicionamento que coincidem com as numerosas e constantes declarações da Igreja Católica, enquanto não definem partidos e nem candidatos oficiais e nem apontam concretamente partidos e candidatos condenáveis.

De fato, a Igreja Católica, não pode pactuar com opções contrárias a dignidade humana e em particular à vida em seu sentido mais concreto e amplo, mas, ao mesmo tempo, ela não deve, como instituição, descer a uma posição de parte, contrariando suas próprias orientações gerais, já consolidadas e muito coerentes com sua missão.

Brasília, 16 de setembro de 2010.

Dom João Braz de Aviz
Arcebispo de Brasília